|
|
| Seu Nome : | Marco Tulio Pettinato Pereira |
| Data : | 2008-03-30 |
| Mensagem : | Parabéns pelo site. Marco Tulio.
http://www.pettinato.info |
|
| Seu Nome : | Jose Macedo - Quarteira |
| Data : | 2008-02-08 |
| Mensagem : | O povo de Quarteira exige justiça! Prisão para todos os responsáveis do illuminati em Vilamoura. Assassinos! Cobardes! O povo fará justiça pelas próprias mãos caso a Justiça não actue. Prisão para esses "gorilas". |
|
| Seu Nome : | Quarteirense de Gema |
| Data : | 2007-01-23 |
| Mensagem : | Este meu comentário apenas serve para alertar aqueles que andam um pouco distraídos em Quarteira.
Quanto ás rotundas umas bem outras menos bem colocadas lá nos vamos abituando. Umas encharcadas outras secas, enfim já era previsivel. Em relação ao estacionamento nada a assinalar, ainda nos restam os passeios.
Agora quanto á passadeira de peões que atravessa a rua Vasco da Gama, aí para o bailhe.
É simplesmente uma tentativa do homicidio quem programou a sequência daquela coisa.
Pois tenham muita ATENÇÃO. Quem atrevessa a rua no sentido Sul-Norte, nunca olhe para o bonequinho do semáforo da fente, pois embora ele esteja verde não está só, pois os veículos que circulam no sentido Vilamoura-Quarteira tambem tem o semáforo verde permitindo assim a passagem.
Descuido, será???
Eu chamo-lhe IMCOMPETÊNCIA !!! |
|
| Seu Nome : | Santos Neves |
| Data : | 2006-09-26 |
| Mensagem : | O vastíssimo caso judiciário designado Apito Dourado é o mais recente; e o mais forte, por ter abrangido dezenas de agentes do futebol e se ter tornado o mais mediático. Bons meses passaram... e alguém se demitiu? Qual quê... os tribunais vários processos já arquivaram, nenhuma condenação (ainda?) houve...; logo, razão alguma existe para demissões — e cada arquivamento justifica festa, entendido como prova de o ex-suspeito se manter impoluto. E, no entanto, as conversas estão, muitas delas, publicadas, nenhuma foi desmentida, é indiscutível terem existido. Por mais que o tribunal decida arquivar, considerando não ter havido relação causa-efeito num determinado jogo, há todo um vendaval de tráfico de influências e corrupções, concretizadas ou tentadas, activas ou passivas, que fica claríssimo ser prática mais que corrente. Por isso, deveria impressionar não haver demissões. Qual quê, surpresa seria havê-las. Exactamente porque vergonha nunca tiveram e nunca terão. Dizem a si próprios e uns aos outros (bem raras serão as excepções) que tudo isto é normal, é assim que se funciona nos bastidores do futebol e assim continuará a ser. E, sem dúvida, desgraçadamente continuará... a manterem-se, arrasadores para a Sociedade portuguesa e para o futebol indústria de espectáculos, demolidores exemplos de absoluta impunidade. Ou como eles sorriem, ironizam e troçam de um apito que de facto parece prestes a entupir-se. Não sei se o tipo de pilhas (?) utilizadas nos gravadores de escutas telefónicas é inconstitucional... Não sei se, sobre a lei anticorrupção no desporto português, há anos em vigor, se irá confirmar a descoberta (agora...) de ela ter insanável falha também constitucional... Sei que tudo isto, muito mais que absurdo, é chocante e, insisto, devastador! Que país é este?! Pelo mediatismo do futebol se pressente o que para aí irá em múltiplas outras áreas. Quantas convicções de impunidade? Daí aberrantes demonstrações de gigantesca «lata». Como a do ex-árbitro José Guímaro, condenado por corrupção, agora disposto a exigir indemnização do Estado se a lei pela qual foi julgado afinal não valer... Buracos na lei não anulam... factos. Haverá sempre um alçapão para esconder a verdade? E, no futebol, como se sai disto? No mínimo, pela justiça desportiva, que não tem meios para investigação, mas à qual cabe o dever (ao menos ético) de reagir às investigações policiais. Como aconteceu na Itália (mais de uma vez), na Bélgica, na Alemanha, na Inglaterra, na França... Mas qual justiça desportiva no nosso futebol? Nada por acaso, até a escolha de juízes para esses cargos implica altas negociações e, amiúde, nem por isso muito camufladas guerras de bastidores... OK, o juiz presidente da Comissão Disciplinar da Liga acaba de decidir (e muito bem) repor em marcha a solicitação de certidões do processo Apito Dourado, pelo seu antecessor metida numa gaveta durante 19 meses! Acontece, porém, estar a actual CD da Liga sem quórum para decisão de fundo em tal matéria... Impõe-se vassourada quase geral. Mas como se a Justiça, civil e/ou desportiva, não punir? Esperar pela passagem do tempo sobre muitos dos actuais dirigentes?... Aí, como se tem visto, vão deixando sucessores deles decalcados... Porque sempre impunes. |
|
| Seu Nome : | Reginaldo Rodrigues |
| Data : | 2006-09-26 |
| Mensagem : | Ciber-Woodstock
Lily Allen é jovem, é britânica e tornou-se famosa ao transformar-se num dos mais recentes fenómenos de popularidade da música pop.
Revela, de forma extraordinária, os perfis dos novos formatos de consumo ao mesmo tempo que mostra a força surpreendente da Internet, cada vez mais próxima do catecismo de uma nova “teologia da libertação”, uma espécie de nova religião para jovens, certamente bem mais poderoso que a mensagem dos tradicionais cultos, de escopo exclusivamente espiritual.
Plena de oportunidade, Lily Allen demarcou-se do som roufenho das bandas de garagem e das noites mal dormidas; das tournées esforçadas em pub`s na esperança de exibirem os méritos às etiquetas discográficas ou aos empresários de escrúpulos nem sempre em dia.
Preferiu a estonteante velocidade incrivelmente envolvente das auto-estradas de informação e, num ápice, através de uma autêntica jogada de mestre encontrou a fórmula mágica de sucesso para o eventual talento e, de forma segura, para a conta bancária ao instalar-se numa página do MySpace, um dos maiores e mais badalados show-room`s da actualidade e assim, num par de meses, subordinar quatro milhões de fervorosos consumidores que em acto contínuo descarregaram a sua música.
Ao mesmo tempo que se assinala a notoriedade de tal proeza, uma análise mais atenta pode colocar algumas questões que aplicadas ao caso vertente não parecem despiciendas: terá esta jovem de 21 anos boa ou má presença em palco, alguém sabe? Conseguirá perante um público exigente colocar a voz com o mesmo virtuosismo com que o faz através de sofisticados remixes de estúdio? É outra pergunta que aqui se pode deixar.
Estou em querer que a chegada aos top’s europeus de temas como “LDN” onde canta a cidade de Londres, ou “Smile” que, apesar do título, é doseado com lágrimas, nunca teria acontecido, pelo menos de forma tão vertiginosa, caso os infonautas deste mundo não estivessem (como estão) tão propensos à labelização da blogosfera e à amplificação das causas irreverentes que preenchem o quotidiano.
Dois factos, um verificável e outro por antecipação: primeiro, o Google devolve-nos quase seis milhões de resultados com o nome de Lily Allen, a (nova) Rainha da pop, como alguns já lhe chamam (é obra! Será prima...?); segundo, outros virão a seguir, com maior ou menor fidelidade de formatos, melhores ou piores vozes, superiores ou inferiores resultados.
Conclusão, com a Internet qualquer pequena abertura ou postigo podem ser rapidamente transformados em windows de oportunidade.
Reginaldo Rodrigues de Almeida |
|
| Seu Nome : | Paula Sá |
| Data : | 2006-09-26 |
| Mensagem : | Temos de estar descomplexados!" O Presidente da República, em mangas de camisa e numa ronda de cumprimentos à comitiva que o acompanha na sua primeira visita de Estado, a Espanha, e que ontem se iniciou em Madrid, respondia à fatídica pergunta: "E o medo do iberismo?" "Medo de quê!?...", ripostou Cavaco Silva ainda no avião presidencial, pouco tempo antes de ter sido recebido pelos reis espanhóis no Palácio Real do Pardo, onde decorreu a recepção de boas-vindas e a revista às tropas em parada.
Já depois de ter almoçado com o reis de Espanha e com os príncipes das Astúrias, e de se ter encontrado com o líder do Governo espanhol, José Luis Zapatero, Cavaco explicou a terapia anticomplexo de inferioridade, que durante décadas ensombrou (e ainda ensombra) Portugal: "Decidi que a minha primeira visita de Estado seria a Espanha para contribuir para que os espanhóis conheçam o Portugal do século XXI e os portugueses de excelência, que não têm de temer a globalização."
É por esse motivo que entende que as empresas portuguesas, as que apostarem na inovação, não têm de ter medo do mercado espanhol. "Não se afastem à primeira dificuldade. Não nos podemos colocar numa lógica defensiva." Conselho do Presidente aos investidores portugueses.
Embora nos discursos oficiais tivessem sido ligeiramente afloradas, as relações económicas bilaterais são um dos pontos fulcrais da viagem do Chefe do Estado português. Hoje, disse Cavaco Silva durante o banquete oferecido pelos reis de Espanha no Palácio Real de Madrid, "nada do que acontece em Portugal é irrelevante para a Espanha e nada do que acontece em Espanha é irrelevante para Portugal".
Cavaco recordou aos convivas o intercâmbio de investimentos luso- -espanhol. Espanha é o maior investidor no nosso país e um dos principais destinos de investimento português no exterior, na ordem dos 25% em 2005.
TO Chefe do Estado português passou também em revista o caminho comum de adesão à União Europeia e tocou numa ferida nacional, os atentados do 11 de Março em Madrid, encarados com a "dignidade do povo espanhol". "Perante a tragédia do 11 de Março, e independentemente de qualquer conotação política, disse ao mundo tudo o que devia ser dito: a dor, a revolta, a indignação, mas também a crença indefectível nos valores da paz, da tolerância e da democracia." Palavras a que dará hoje conteúdo quando homenagear as vítimas do 11/M no Memorial do Retiro, em Madrid.
No encontro que manteve a sós com Zapatero - e o tête-à-tête foi uma exigência do presidente do Governo espanhol -, Cavaco terá certamente dado nota da solidariedade dos portugueses para com as vítimas do terrorismo. O problema da imigração ilegal, sobretudo a proveniente do Norte de África, foi outro dos temas de conversa, já que, segundo Cavaco, "é um problema europeu, que deve ser encarado por todos". No encontro de 30 minutos, houve ainda tempo para abordar as prementes questões europeias.
TO formalismo da ocasião na recepção do Palácio do Pardo, protocolo monárquico apertado, não impediu que o Rei Juan Carlos - "caloroso amigo", como lhe chamou Cavaco - algumas vezes de mãos nos bolsos, e a rainha Sofia o recebessem de forma descontraída. E até a própria indumentária ajudou a quebra de qualquer barreira entre a pequena República e a Monarquia feita de umas quantas autonomias. Cavaco e Juan Carlos unidos por gravatas azuis, de tonalidades diferentes. Maria Cavaco Silva e a rainha, por tailleurs, um mais pérola, outro mais marfim.
A primeira dama, na sua primeira visita de Estado, trocou de fato ao final da tarde. Tanto mais que se encontra sob os flashes de várias revistas cor-de-rosa, que acompanham a visita. Maria Cavaco levou um vestido malva, de corte simples, à recepção oferecida pelo Presidente da República à Comunidade Portuguesa de Madrid. Uma recepção à nata de portugueses residentes na capital espanhola, cujos vestidos vistosos e garridos, muito longe das conservadoras cores usadas em Portugal, mostram uma plena adaptação lusa aos costumes castelhanos.
Só o velocista, medalha de ouro, Francis Obikwelu, que também reside em Madrid, se manteve fiel às tradicionais e práticas calças de ganga. |
|
| Seu Nome : | Carla A. |
| Data : | 2006-09-26 |
| Mensagem : | Os trabalhadores que optarem por permanecer no activo após a idade legal de reforma ou 40 anos de carreira vão ter uma maior bonificação na sua pensão. Essa bonificação, que será mensal, vai depender da idade e dos anos de carreira, oscilando entre os 0,33% e 1%. Quem tiver menos de 65 anos mas uma carreira completa poderá, assim, contar com uma bonificação de 0,65% na sua pensão por cada mês de trabalho suplementar.
Esta é a posição que o ministro do Trabalho e Solidariedade leva hoje àquela que deverá ser a penúltima ou última reunião de Concertação Social para discutir a reforma da Segurança Social. E representa um esforço de aproximação às reivindicações dos sindicatos, nomeadamente a UGT, que contestava a bonificação mais baixa anteriormente prevista pelo Governo, em torno de 0,44%.
De acordo com o documento do Governo, a que o DN teve acesso, a bonificação sobe para 1% ao mês para aqueles que reunirem cumulativamente idade superior a 65 anos e carreira superior a 40 anos. Mas para os outros, mesmo que reunam a idade legal, dependerá da carreira contributiva. Entre os 15 e os 24 anos de carreira, a bonificação prevista é de 0,33%; dos 25 aos 34 anos, a taxa será de 0,5% e uma carreira entre os 35 e os 39 anos dá acesso a uma bonificação de 0,65%.
As contas foram feitas de modo a ter em conta o facto de os trabalhadores com menos de 65 anos irem beneficiar da bonificação durante mais anos que os outros pensionistas, garantindo o Governo que, através deste mecanismo, as longas carreiras encontram possibilidade de compensar o efeito do factor de sustentabilidade.
Este factor, que liga o valor ou data da aposentação à esperança de vida, obriga os trabalhadores a descontar mais ou a trabalhar mais para garantir a mesma taxa de substituição do salário na pensão.
Ainda no capítulo da protecção às longas carreiras, o Governo introduz mecanismos transitórios de protecção, de modo a que, até 2016, os beneficiários com mais de 46 anos de carreira, e que se reformem durante o período de transição, possam escolher a fórmula de cálculo que lhes for mais favorável. Para efeitos de determinação da remuneração de referência apenas serão considerados os melhores 40 anos de descontos, no caso de carreiras com mais de 40 anos. E para efeito de determinação dos ponderadores aplicáveis a cada cálculo serão considerados todos os anos da carreira contributiva, para acentuar a progressividade na aplicação da nova fórmula de cálculo. |
|
| Seu Nome : | M. Queiroz |
| Data : | 2006-09-26 |
| Mensagem : | Ontem, pela terceira vez em menos de 15 dias, o Papa Bento XVI sentiu-se no dever de explicar as suas palavras na Universidade de Ratisbona. Desta vez organizou um encontro com embaixadores de países islâmicos em Roma para lhes falar da absoluta necessidade do diálogo inter-religioso.
Um pouco estranho que o faça com representantes civis por causa de uma questão religiosa, mas como se sabe não há um Papa (e nem bispos) entre os que professam a religião de Maomé.
Bento XVI sentiu o dever de contribuir para baixar as tensões – políticas, antes de mais – que se fizeram sentir por todo o Mundo depois do seu discurso que, lido de uma ponta à outra, não tem nada de anti-islâmico. Pelo contrário. Mas tem a defesa de um modo de pensar e de um modo de viver baseado na razão, o que distingue também os dois lados. E por isso fez bem D. Carlos Azevedo, ao mostrar que, apesar de tudo, é preciso estar preparado para um choque de civilizações e tentar desminar o caminho que pode levar até esse choque. E o Ocidente, que é uma terra de refúgio – bem ao contrário dos países islâmicos – tem a obrigação de pensar as dificuldades que pode criar a si próprio. E o combate final é sempre, prova-o a História, pela Liberdade, um combate que os cristãos bem conhecem também.
M.Queiroz |
|
|
|